Som&Carro -
N�mero 9 - Consultoria t�cnica Gilberto Mihok
As diferen�as
entre o booster e o power.
- Muitas vezes o booster � visto como
o "primo pobre" do amplificador power, devido � pot�ncia que pode ser aplicada
em cada um deles. No Brasil, seu consumo ainda � elevado, principalmente por causa da
diferen�a de pre�o com rela��o ao m�dulo do tipo power. Esse custo menor � explicado
pela tecnologia usada no aparelho, que tem menos componentes, tornando a sua instala��o
muito mais f�cil. Vejamos as principais diferen�as entre os dois equipamentos.
- Enquanto o booster � ligado nas
sa�das para alto-falantes da fonte de programa, o power � ligado pela sa�da pr� da
fonte. Essas sa�das s�o os conectores RCA (line). O booster permite a conex�o de dois
falantes para um amplificador de dois canais. Isso n�o acontece com o power que tenha o
mesmo n�mero de canais: a ele podem ser ligados o canal est�reo, direito e esquerdo, e
tamb�m o subwoofer. Apenas o m�dulo do tipo power conta com o conversos DC/DC, que tem
como fun��o elevar a tens�o de sa�da do amplificador, aumentando, consequentemente, a
sua pot�ncia.
- Outra caracter�stica marcante que
diferencia os dois aparelhos � o n�mero de componentes. No booster, que trabalha com
transformadores e transistores, s�o utilizadas de vinte a trinta pe�as.Nos
amplificadores power - movidos por transistores de pot�ncia, divididos entre os bipolares
e os MOS-FET - s�o necess�rias no m�nimo, dez vezes mais pe�as. Trabalham entre
duzentos a seiscentos componentes, para amplificar seus sinais. Eles tamb�m t�m
circuitos de prote��o inteligente. O peso dos dois aparelhos varia de acordo com a
pot�ncia a ser aplicada. No booster a m�dia fica entre 1,2 Kg e 3 Kg. No caso do power,
a diferen�a varia dos 2 Kg aos 7 Kg.
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Som&Carro -
N�mero 10 por Mauro Boimel consultoria t�cnica gilberto Mihok produ��o Tatiana Castro
Pinho
Boosters
- Ele � um tipo de amplificador que
tem como caracter�stica b�sica elevar sinais j� processados. O booster tem imped�ncia
de entrada menor ou igual a 600 Ohms, considerada de m�dia para baixa imped�ncia. Sua
sensibilidade de entrada tamb�m � reduzida, exigindo a aplica��o de alguns volts para
conseguir sua sa�da m�xima de pot�ncia em torno de 3.5 Volts. Outra caracter�stica
diferencial � a linearidade de reposta em frequ�ncia que normalmente trabalha com uma
atenua��o da ordem de 3 dB na regi�o de graves (40Hz) e com um refor�o nos agudos da
ordem de 9 dB em 14 KHz.
- Este refor�o nos agudos � o
respons�vel pelo surgimento do ru�do (hiss) de fundo, que seria o mesmo que refor�ar as
�ltimas bandas de um equalizador ao m�ximo. No entanto, esta caracter�stica pode ser
definida em projeto, tornando a curva de resposta de frequ�ncia plana (entre 40Hz e
20KHz), eliminando dessa forma o inc�modo ru�do de fundo.
- Por causa do uso de transformadores,
o booster tende a aumentar a distor��o mas tamb�m � poss�vel uma melhora nos n�veis
no projeto do produto. Essas s�o as caracter�sticas que o diferenciam do power. Dentro
da fun��o a que se prop�e, o booster tem uma rela��o muito boa de custo/benef�cio.
- Segue a reportagem uma colet�nea de
quase todos os booster dispon�vel no mercado
Brasileiro - by MsM
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- Som&Carro - N�mero 1 por Aldo
Tizzani supervis�o t�cnica de Gilberto Mihok
Booster x
Power
- As diferen�as entre os tipos de
m�dulos
- O Booster, que amplifica o som a
partir da sa�da dos alto-falantes, tem caracter�stica de imped�ncia - resist�ncia de
carga refletida no amplificador, que varia com a frequ�ncia - igual ou menor que 600
Ohms. Atua com baixa sensibilidade de sinal de entrada, precisando de um n�vel entre 1,5
e 3,6 V RMS.
- Por utilizarem transformadores, no
booster a linearidade de resposta em frequ�ncia est� limitada a 40 Hz. Este modelo de
amplificador apresenta baixa resposta na regi�o dos graves e um maior refor�o nos
agudos. Com isso, modifica a resposta de frequ�ncia da fonte de programa. Amplificadores
deste tipo s�o alimentados pela bateria do carro (12 Volts), liberando pot�ncia de at�
70 Watts RMS, com grande tend�ncia para distor��es.
- J� no modelo power, os
transformadores foram substitu�dos por conversores DC/DC (fonte chaveada). Com a
altera��o, o modelo eleva a tens�o da bateria em tr�s, quatro ou cinco vezes o seu
valor. Outro ponto a ser destacado � a caracter�stica de entrada, que � igual ou maior
a 10 KOhm. Apresenta alta sensibilidade de entrada, com sinais de 150mV, podendo variar
at� 1V ( m�dulos atuais aguentam at� 5 Volts ). A curva de resposta em frequ�ncia �
mais linear, entre 5 Hz a 50 KHz. Tais caracter�sticas n�o modificam a curva gerada na
fonte de programas. O som sai mais puro, mais limpo e, importante, com baixo n�vel de
distor��o.
- Existem outras mudan�as internas na
configura��o de cada amplificador. Por exemplo, o booster utiliza, em m�dia, 28
componentes (ativos e passivos). O power usa entre 300 e 400.O booster � formado por
transistores de pot�ncia (normalmente bipolares) e transformadores.
- No power, os transistores s�o do
tipo MOS-FET, com consumo de energia melhor, quando comparado a um booster de mesma
pot�ncia.E com velocidadede resposta maior, oferecendo som mais limpo.
- No mercado brasileiro existem os
boosters de dois e de quatro canais, com pot�ncia variando de 27 Watts a 42 Watts por
canal. No de dois canais h� um desequil�brio ac�stico: s� podem ser ligados nos
alto-falantes da frente ou nos de tr�s. No de quatro canais a distribui��o de pot�ncia
� feita na mesma propor��o, ligando os dois alto-falantes da frente e os dois de
tr�s.O valor m�dio de mercado varia entre R$ 60 e R$ 90 (dois canais).
- No caso dos amplificadores power,
tamb�m existem os de dois e de quatro canais.
( existem tamb�m de 5 e 6 canais ) Em ambos os tipos � poss�vel fazer uma liga��o em
ponte (bridge), que consegue transformar, por exemplo, um m�dulo de dois canais em um
m�dulo mono com o dobro de pot�ncia. Os dois modelos t�m um melhor equil�brio e maior
fidelidade ac�stica. E tamb�m uma melhor resposta para graves e agudos.A pot�ncia gira
entre 40 Watts RMS e 1.000 Watts RMS. Mais sofisticados, os amplificadores power s�o
tamb�m os mais caros do mercado. Os pre�os, dependendo da pot�ncia e do modelo, v�o de
R$ 250 a R$ 2.000.
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| Como eliminar ru�dos el�tricos??
Com certeza essa �
uma pergunta de deixar qualquer instalador de cabelos em p�. Isso apenas para
profissionais que n�o confiam no que fazem.
A maioria dos
instaladores para se livrar do problema, p�em a culpa sempre em alguma coisa, como
amplificadores, motor, r�dio, cabos , cobras e lagartos.
lembre-se de uma
coisa, amplificadores e quipamentos em si, n�o geram ru�dos, eles apenas amplificam o
ru�do. Deve-se evitar ent�o que o ru�do chegue at� eles. O �nico ru�do que eles
apresentam � o hiss 9som de fundo), para elimin�-lo deve-se diminuir o ganho dos
amplificadores.
Causas do
ru�do.
O que gera ru�do � a
circula��o de corente nos cabos, a alta tens�o nos cabos de vela, o modulo de igni��o
eletr�nica que � produzido pela carca�a de alum�nio, um isolante eletromagn�tico,
emfim, todo campo magn�tico gerado pelos motores em movimento, como limpador de
para-brisa, ventilador, piscas, contagiros el�tricos, vidos el�tricos etc.
Estes ru�dos s�o
transmitidos em todoo ve�culo pelos "chicotes", por exemplo, o vectra, a antena
� instalada no porta-malas e o cabo da antena vem junto com o chicote dos fios que
alimentam as lanternas traseiras.
O ru�do em geral �
gerado pela indu��o dos chicotes, com um transformador toroidal de corrente (que o
prim�rio � o pr�prio fio de corrente como os chicotes por exemplo) � possivel detectar
um campo magn�tico extremamente grande.
Custo-benef�cio
Antes de tudo, voc�
dever� fazer uma inspe��o nos aparelhos usados a fim de saber se ele � de boa
qualidade. Caso eles n�o sejam, n�o adiantar� nada voc� tentar tirar todos os ru�dos,
mesmo porque voc� nunca vai conseguir, ent�o n�o precisa ficar achando que voc�
instalau mal o equipamento.
Normamente quem compra
aparelhos baratos (e de baixa qualidade) � porque tem um ve�culo mais antigo, que n�o
possui cabos de vela supressivos ou velas resistivas, mesmo porque um bom jogode vleas e
cabos supressivos sair� mais caro que o pre�o do pr�prio aparelho, que neste caso n�o
acaba compensando.
Se voc� �
instalador, avise o propriet�rio dos aparelhos que eles n�o s�o de boa qualidade e que
provavelmente apresentar�o ru�ddos. Isso evita aqueles casos em que os clientes exigem
que voc~e fa�a milagres com os equipamentos.
Outras dicas para
instaladores:
Nunca deixe um cliente
sair de sua loja com ru�do no som (no caso dele ter bons equipamentos). Certamente
ele vai acaber descobrindo e incomodando-o ao longo de viagens onde as esta��es tem
umsinal mais fraco, o que torna o sistema mais fr�gil a ru�dos ou em locais onde haja um
ru�do externo baix�ssimo. Lembre-se que em campeonatos de som n�o devem existir ru�dos
no sistema, por menor que ele seja.
Como detectar
ru�dos
Primeiramente, isso
deve ser feito em locais bem silenciosos. Sintonize em uma emissora de AM ou de FM que
tenha um sinal bem fraco. Experimente pisar no freio, certamente voc� ouvir� um estalo,
experimente ligar a chave de partida, ouvira outro estalo, acione os v�dros el�tricos,
voc� ouvir� outro estalo. Este estalo � produzido pela indu��o do chicote el�trico
de seu carro. Isso aconte�e porque as montadoras colocam os fios de auto-falantes junto
com os fios de lanternas, desemba�adores, etc, para n�o perder tempo na montagem. Para
solucionar isso, procure instalar os fios para auto-falantes longe dos chicote originais.
lembre-se, quando usamos cabo de alta imped�ncia como RCA's, o cabo deve passar pelo meio
do ve�culo a fim de eliminar qualquer ru�do provocado pelo chicote.
Terra, onde
lig�-lo?
A maioria do
isntaladores que n�o tem muita no��o de como eliminar ru�dos, conectam o cabo terra do
gerador de audio no cabo terra do chicote original. Muitos fazem isso por pensar que este
� o melhor lugar que a f�brica indicou. O que n�o passa na cabessa dele � quetanto o
positivo quanto o negativo que vem da bateria passa pelo sistemainteiro de chicotes do
ve�culo, com isso ele estar� recebendo todo o ru�do do ve�culo inteiro.
Por um motivo �bvio,
n�o aconselhamos a usar os fios fornecidos pela f�brica. "Puxe" um cabo direto
da bateria do carro contendo o positivo e o negativo, para eliminar ainda mais os ru�dos,
envolva-os em uma fita de alum�nio isolada com filme de poly�ster de 17 mm, ligue a fita
de alum�nio ao terra da bateria. Trance os fios positivo e negativo dos Auto-falates caso
for competir e SPL.
Quando for alimentar
um amplificador, o terra deve ser ligado ao chassis do carro. Tenha certeza que o lugar
onde voc� vai lig�-lo tem uma espessura razo�vel. Para formar o terminal, componha-o
com parafusos e porcas cromadas, use sempre arruelas de press�o para �o afrouxar ao
longo do tempo.
Lembre-se que, se por
uma eventualidade o terra do amplificador falhar, quem far� o papel do fio terra ser� o
RCA, isso pode levar a queima na maioria dos amplificadors, interrompendo o sinal do RCA.
Com isso, seu sistema apresentar� um enorme ru�do.
� bom salientar que o
terra significa um lugar comum, igual para todos, por isso voc� precisa ter confian�a
noque est� fazendo, caso contr�rio, ele se tornar� em uma antena captadora de ru�dos.
No que se refere a
alimenta��o dos amplificadores, aos fios positivo e negativo podem ser trazidos
diretamente da bateria, desde que n�o haja possibilidade de contato com chicotes
originais e que de prefer~encia seja isolados com fita alum�nio e se poss�vel com chapa
a�o-sil�cio (GO, gr�o orientado) especifica��o M5 (0,27 mm) ou mais fina.
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Como calcular a pot�ncia RMS |

- Observa��es: - Resistor de carga: 2, 4 ou 8 Ohms,
dependendo da especifica��o do amplificador. Utilizar resistor de fio, com pot�ncia
coerente � que ser� medida.
- Frequ�ncia gerada: 1Khz, Padr�o internacional. 60Hz, teste para amplifica��o de
subwoofer.
- A pot�ncia deve ser medida imediatamente antes do in�cio da distor��o.
- Procedimento de medi��o: ante do in�cio da distor��o por clipagem, medir a tens�o
do volt�metro, e aplicar a f�rmula:
P= [ (U x U) / R ] x 0,73
Exemplo: Tens�o medida no mult�metro = 20 volts, com um alto-falante de 4 ohms.
P = ( 20x20 / 4 ) x 0,73
P = ( 400/4 ) x 0,73
P= 100 x 0,73
P= 73 W RMS
- A pot�ncia PMPO, como o pr�prio nome diz, � a pot�ncia de pico
e � cerca de 3,6 vezes maior que a RMS.
- PMPO, lan�ada originalmente na China, pretende mostrar quanto um
amplificador pode fornecer ou um alto-falante aguentar de pot�ncia durante um intervalo
de tempo extremamente curto.
- J� a pot�ncia m�xima ou de programa musical adota a m�sica
como sinal de teste. Essa pot�ncia pretende dar uma id�ia melhor dos n�veis poss�veis
a serem praticados na utiliza��o normal dos equipamentos de som, uma vez que o
consumidor n�o utiliza o seu sistema de som com sinal de ru�do rosa e sim com m�sica.
Essa pot�ncia normalmente � o dobro da pot�ncia RMS.
- A pot�ncia RMS � a pot�ncia eficaz utilizada em todo mundo para
amplificadores e alto-falantes. A medi��o de pot�ncia RMS utiliza uma sala a prova de
som, onde o alto-falante fica instalado livre (sem caixa ac�stica ou painel. Nele �
injetado a pot�ncia RMS que se deseja homologar, com o sinal de ru�do rosa. Nestas
condi��es, o alto-falante deve permanecer funcionando por duas horas. Ap�s o teste,
deve ser feita uma avalia��o cuidadosa no produto, e, se constatado que n�o houve
nenhuma altera��o, ele recebe a especifica��o da pot�ncia aplicada. O amplificador de
pot�ncia deve possuir no m�nimo o dobro da pot�ncia a ser testada. Sobre os
alto-falantes triaxiais, estes, em sistemas de alta pot�ncia, devem utilizar corte de
frequ�ncia passa alta para n�o receberem as frequ�ncias baixas, combinados com as
caixas de subwoofer.
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